quinta-feira, 31 de março de 2011

Postado por Yasmin Cristina e enviado por Willian


Aquelas famosas histórias em quadrinhos nos estilos japoneses são as mangas. No Japão qualquer história manga designa qualquer história em quadrinho. Várias mangas dão origem a animes que são exibidos na televisão, ou seja, a história em quadrinho vira desenho animado, mas, há também o processo inverso onde o anime é que vira maga.
O manga possui estilo e características muito próprias. Um fato muito interessante é que sua leitura tem de ser iniciada da direita para esquerda e não com é aqui no ocidente, ou seja, sua leitura tem que ser feita das últimas páginas até as primeiras.

Postado por Douglas Soares e Enviado Por Douglas



Postado por Douglas Soares e Enviado Por Marcelo





Um gravura de Katsushika Hokusaiprecursora do mangá moderno.
Os mangás têm suas raízes no perdído nara (século VIII d.C.), com o aparecimento dos primeiros rolos de pinturas japonesas: os emakimono. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados. O primeiro desses emakimono, o Ingá Kyô, é a cópia de uma obra chinesa e separa nitidamente o texto da pintura.
A partir da metade do século XII, surgem os primeiros emakimono com estilo japonês. O Genji Monogatari Emaki é o exemplar de emakimono mais antigo conservado, sendo o mais famoso o Chojugiga, atribuído ao bonzo KaKayu tuab e preservado no templo de Kozangi em Kiyoto. Nesses últimos surgem, diversas vezes, textos explicativos após longas cenas de pintura. Essa prevalência da imagem assegurando sozinha a narração é hoje uma das características mais importantes dos mangás.
No periodo edo, em que os rolos são substituídos por livros, as estampas eram inicialmente destinadas à ilustração de romances e poesias, mas rapidamente surgem livros para ver em oposição aos livros para ler, antes do nascimento da estampa independente com uma única ilustração: o ukivo-e nos  século XVIs É, aliás, Katsushika Hokusai o precursor da estampa de paisagens, nomeando suas célebres caricaturas publicadas de 1814 à 1834 em Nagoya, cria a palavra mangá — significando "desenhos irresponsáveis" — que pode ser escrita, em japonês, das seguintes formas: Kanji (em japonês漫画?)Hiragana (em japonêsまんが?)Katakana (emjaponêsマンガ?) e Romaji (Manga).
Os mangás não tinham, no entanto, sua forma atual, que surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos Estados Unidos e Europa. Tanto que chegaram a ser conhecidos como Ponchie (abreviação de Punch-picture) como a revista britânica, origem do nome, Punch Magazine(Revista Punch), os jornais traziam humor e sátiras sociais e políticas em curtas tiras de um ou quatro quadros.


quarta-feira, 30 de março de 2011

Postado por Yasmin Cristina e Enviado
Por Willian

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...
 (William Shakespeare)

segunda-feira, 28 de março de 2011

Postado por:Aline Pereira Enviado por: Marcos Vinicios...

LIÇÃO DE VIDA


belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro
  chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa
  para ver o lindo caminhão que comprara
  depois de longos e árduos 20 anos de trabalho.
Era o primeiro que conseguia comprar
depois de tantos anos de sufoco e estrada.

A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.

Ao chegar à porta de casa,
encontra seu filhinho de seis anos,
martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.

Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e,
sem hesitar, completamente fora de si,
martela impiedosamente as mãos do garoto,
que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.

A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho,
mas pouco pôde fazer.

Chorando junto ao filho,
consegue trazer o marido à realidade,
e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.

Passadas várias horas de cirurgia,
o médico desconsolado e bastante abatido,
chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão,
que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.

Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico,
devendo os pais aguardá-lo no quarto.

Ao acordar, o menino ainda sonolento
esboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, enternecido e profundamente arrependido,
deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.

Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele
e que a lataria do caminhão não tinha estragado.

Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! – respondeu o pai.

Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?

Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos,
e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.

Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes,
a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.

Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Pense nisto!

Postado por:Aline Pereira Enviado por: Jackson...


Enviado e postado por : Rafael Julio Renovatto..
Audioslave-like a stone....